Ode aos sentimentos
Como posso sentir falta
De algo que nunca tive de fato?
Se isso nunca foi meu,
Por quê me parece tê-lo perdido?
Saudades de algo que não aconteceu.
Lembranças de um passado alternativo.
Esperança num futuro proeminente.
Sem fundamentos? Não.
São reais meus sentimentos.
E, enquanto sinto-os totalmente,
Construo em minha volta
Sua realidade utópica.
sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Poema para minha prima, Letícia
Reflexões sobre um espelho
A jovem está se tornando mulher
Encontrando seu caminho,
À procura do luar
Encontrando seu futuro,
No vidro sobre o mar.
Está numa encruzilhada:
Qual caminho tomar?
Qual estrada seguir
Para, enfim, se achar?
Olhando sobre o mar
Ela pode ver o luar.
E com ele ter esperança
De seu futuro encontrar.
E ter, enfim, certeza
De qual caminho deverá tomar.
Ela pára e pensa.
Olha para si mesma.
O espelho é o seu reflexo,
Mostra a sua alma, e sua pureza.
Ela irá se encontrar, e conseguirá ter certeza!
Na pureza de sua alma,
Ela vai ficar feliz com o que ela é.
Não mais ter de se encontrar,
Não mais precisar procurar
Sem nunca saber o que vai achar.
Ela olha e se vê,
Ela se vê por inteira.
Não precisa mais de areia,
Não precisa mais de mar.
É caminhando sobre o vidro,
Seguindo sempre o luar,
Que ela irá se achar.
Caminhando sobre a areia,
Em um céu cheio de estrelas,
Escutando o barulho do mar.
Ela olha para o seu reflexo
E entende a si, completamente.
Se compreende e não mais teme!
Se aceita e entende
O seu caminho pela frente.
Sem ter mais que duvidar,
Sem precisar se questionar,
Sem mais ter de se encontrar.
Sua vida faz sentido,
Seu futuro está traçado.
Mas ela não tem mais medo,
Está centrada,
Confiante em si mesma.
A jovem está se tornando mulher
Encontrando seu caminho,
À procura do luar
Encontrando seu futuro,
No vidro sobre o mar.
Está numa encruzilhada:
Qual caminho tomar?
Qual estrada seguir
Para, enfim, se achar?
Olhando sobre o mar
Ela pode ver o luar.
E com ele ter esperança
De seu futuro encontrar.
E ter, enfim, certeza
De qual caminho deverá tomar.
Ela pára e pensa.
Olha para si mesma.
O espelho é o seu reflexo,
Mostra a sua alma, e sua pureza.
Ela irá se encontrar, e conseguirá ter certeza!
Na pureza de sua alma,
Ela vai ficar feliz com o que ela é.
Não mais ter de se encontrar,
Não mais precisar procurar
Sem nunca saber o que vai achar.
Ela olha e se vê,
Ela se vê por inteira.
Não precisa mais de areia,
Não precisa mais de mar.
É caminhando sobre o vidro,
Seguindo sempre o luar,
Que ela irá se achar.
Caminhando sobre a areia,
Em um céu cheio de estrelas,
Escutando o barulho do mar.
Ela olha para o seu reflexo
E entende a si, completamente.
Se compreende e não mais teme!
Se aceita e entende
O seu caminho pela frente.
Sem ter mais que duvidar,
Sem precisar se questionar,
Sem mais ter de se encontrar.
Sua vida faz sentido,
Seu futuro está traçado.
Mas ela não tem mais medo,
Está centrada,
Confiante em si mesma.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Inspirado num filme da aula, e na minha cíclica vida
A dúvida
Hoje tudo é mais claro.
O que antes era invenção, imagem
Agora, parece ser bem mais.
O que era familiar, íntimo
Hoje tudo é mais claro.
O que antes era invenção, imagem
Agora, parece ser bem mais.
O que era familiar, íntimo
Agora, percebo, não passar de déjà vus
de um passado remoto.
É incrivel como tudo muda,
Mas sempre continua igual,
De um jeito ou de outro.
A vida é cheia de ciclos,
E eles nunca param de se repetir.
Essa é a minha dádiva, ou a minha sina.
Nunca saber se é possível refazer as coisas.
Fazê-las certas - dessa vez ao menos.
Tudo o que queria é uma segunda chance
Em que nada estivesse errado.
Mas não se pode mudar o passado,
E o que passou, passou.
Vivo a dúvida de não saber o que quero,
O que penso, o que sinto.
O que será do futuro?
Não sei, ele parece-me tão distante,
Remoto, como o passado.
Fico então com a dúvida,
É ela o que resta à mim.
Vivo idealizando o sonho,
E tentando esquecer o fardo.
de um passado remoto.
É incrivel como tudo muda,
Mas sempre continua igual,
De um jeito ou de outro.
A vida é cheia de ciclos,
E eles nunca param de se repetir.
Essa é a minha dádiva, ou a minha sina.
Nunca saber se é possível refazer as coisas.
Fazê-las certas - dessa vez ao menos.
Tudo o que queria é uma segunda chance
Em que nada estivesse errado.
Mas não se pode mudar o passado,
E o que passou, passou.
Vivo a dúvida de não saber o que quero,
O que penso, o que sinto.
O que será do futuro?
Não sei, ele parece-me tão distante,
Remoto, como o passado.
Fico então com a dúvida,
É ela o que resta à mim.
Vivo idealizando o sonho,
E tentando esquecer o fardo.
domingo, 24 de maio de 2009
Trabalho que eu fiz na minha aula
Prisão
Não dá mais pra mim
Assim, sinto-me preso
Trancafiado numa cela
Atrás das grades dessa cadeia,
Que é seu coração.
Cumpro a minha pena
Aqui, totalmente sozinho.
Fui condenado por te amar,
Sem nunca poder te deixar.
Então me encontro assim,
Sem tribunal,
Nem juíz,
Nem guarda.
Fico eu aqui, fadado à sentença perpétua.
Sem justiça alguma para me absolver
Do meu único e verdadeiro crime
Que é eternamente amar você.
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