Prisão
Não dá mais pra mim
Assim, sinto-me preso
Trancafiado numa cela
Atrás das grades dessa cadeia,
Que é seu coração.
Cumpro a minha pena
Aqui, totalmente sozinho.
Fui condenado por te amar,
Sem nunca poder te deixar.
Então me encontro assim,
Sem tribunal,
Nem juíz,
Nem guarda.
Fico eu aqui, fadado à sentença perpétua.
Sem justiça alguma para me absolver
Do meu único e verdadeiro crime
Que é eternamente amar você.

Parabéns, Tereza! O final do seu caderno está muito bonito. Quem sabe você não deva construi-lo de trás pra frente, que todo ele continuará belo. Beijos.
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